Ivo Kos foi solto em 21 de outubro de 2026, após o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) revogar sua prisão preventiva. O empresário, de 48 anos, é investigado por violência doméstica, lesão corporal e ameaça.
Ele havia sido preso após ser acusado de agredir a esposa, Giullia Falcão Kos, em agosto. Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), Kos estava detido na Penitenciária de Potim II, no interior de São Paulo.
Giullia, cirurgiã-dentista de 27 anos, afirmou que a agressão ocorreu quando o casal voltava de um jantar com clientes. Ela publicou imagens dos ferimentos nas redes sociais e relatou ter quebrado um dedo e precisado de internação.

O caso tramita em segredo de Justiça, segundo o TJSP. A defesa de Giullia afirma haver elementos para que a investigação considere a hipótese de tentativa de feminicídio; a defesa de Kos não respondeu ao contato da reportagem.
Revogação da prisão e situação do caso na Justiça
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) revogou a prisão preventiva de Ivo Kos. A decisão alterou a situação do empresário, que estava preso enquanto era investigado.
O processo segue em segredo de Justiça, e o TJSP não divulgou detalhes adicionais sobre o caso. Com isso, as informações disponíveis sobre a decisão se limitam à revogação da prisão preventiva.
A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) confirmou a soltura de Kos. A defesa do empresário foi procurada pela reportagem, mas não se manifestou.
Acusações, relatos de Giullia e hipótese de tentativa de feminicídio
Nas imagens divulgadas por Giullia Falcão Kos, ela aparece com inchaço nos olhos e nos lábios, além de ferimentos no nariz. A cirurgiã-dentista também relatou ter quebrado um dedo e precisado de internação.
Ivo Kos é investigado por violência doméstica, lesão corporal e ameaça. A defesa de Giullia sustenta que há elementos para que o caso também seja apurado como tentativa de feminicídio.
Além da investigação, a trajetória profissional de Kos inclui a fundação da Virgo, empresa de securitização. A companhia passou por um processo na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) antes de ser vendida ao grupo Riza, em 2025.


