Jardins: Protestos causaram mais de R$ 100 mil de prejuízo ao Metrô, diz secretaria
quinta-feira, 13 de junho de 2013As manifestações contra o aumento das tarifas do transporte público na cidade SP já deixaram R$ 109 mil de prejuízo para o Metrô, segundo a Secretaria de Transportes Metropolitanos. Com o valor do prejuízo apenas no Metrô de São Paulo, seria possível comprar mais de 34 mil passagens de trens ou ônibus.
Apesar de ter reforçado a vigilância durante o protesto na noite de terça-feira (11), a estação Trianon-Masp voltou a ser alvo dos manifestantes. Eles também fizeram pichações e estragos em agências bancárias, ônibus, além de prédios públicos e privados.
Foram três protestos contra os reajustes no transporte público em menos de uma semana, na região central e na Zona Oeste de São Paulo. Os manifestantes bloquearam vias importantes da cidade, como a Marginal Pinheiros, a Avenida Paulista e a Avenida Nove de Julho, quebraram vidros de estações de Metrô e danificaram lixeiras e bases da PM.
Os vidros de um dos acessos da estação Trianon-Masp foram quebrados nesta terça, provocando R$ 36 mil de prejuízo. Eles foram substituídos provisoriamente por tapumes. Na quinta-feira (6), manifestantes atacaram a estação Brigadeiro e Trianon-Masp, da Linha 2, a estação Vergueiro, da Linha 1, e a estação Anhangabaú, da Linha 3, causando um prejuízo de R$ 73 mil, segundo o Metrô.
Ônibus
Manifestantes picharam a entrada, os muros e pilastras do Terminal Parque Dom Pedro, no Centro. Segundo a SPTrans, 85 ônibus sofreram avarias. Do total, 41 foram depredados e 44 vandalizados (com pichações e avarias como latarias amassadas por pedras e outros objetos).
Os vidros de agências do Bradesco na Praça da Sé e na Avenida Paulista foram quebrados e pichados. Na Avenida Paulista, os vândalos deixaram pichações em várias portas de lojas. Já uma agência do Itaú, na Paulista, a placa de um ônibus se misturou aos cacos de vidro da porta também destruída. Procurados, o Bradesco não quis se pronunciar e o Itaú não havia se manifestado até por volta das 11h30. Várias lixeiras das ruas por onde os manifestantes passaram foram reviradas.
Fonte: G1


