Viúva de Kubrick cuida do legado do diretor e traz exposição aos Jardins
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013Quando Stanley Kubrick morreu, em 1999, sua mulher, Christiane, viu-se afundada num oceano de caixas.
Nos estábulos transformados em miniestúdios da casa dos dois, havia umas 800, cheias de moviolas, câmeras, desenhos, roteiros, fotos, figurinos e documentos dos filmes do marido. “Comecei a abrir as caixas, a olhar e a chorar. Não sabia o que fazer.” A primeira tentação foi guardar os objetos mais pessoais e queimar o resto.
Por sorte, ela hesitou. E o conteúdo das caixas virou uma grande mostra que retrata a vida e a obra do diretor de alguns dos maiores clássicos do cinema do século 20, como “2001- Uma Odisseia no Espaço” (1968) e “Laranja Mecânica” (1971).
A exposição, que rodou o mundo e está em cartaz em Los Angeles até junho, chega ao Museu da Imagem e do Som da cidade de São Paulo em outubro. Em paralelo, a Mostra Internacional de Cinema de SP vai exibir uma retrospectiva com todos os seus filmes.
Fonte: Folha de S. Paulo


